Comece agora
Inicie logo o seu processo. Não é preciso configurar nada antes: descreva como o seu negócio funciona, com as suas palavras, e o Build AI transforma essa descrição num processo que roda de ponta a ponta.
- Você descreve o processo — quem é o cliente, o que ele preenche, quais documentos envia, o que você confere e qual documento encerra o caso.
- A IA pergunta o que ficou em aberto — algumas perguntas fixas e depois as perguntas dela sobre a sua descrição, cada uma com o motivo de perguntar.
- A IA propõe um plano — o formulário, os tipos de documento e seus classificadores, o fluxo com as regras de conferência, o modelo Word e a pesquisa de boas práticas de mercado que embasa as regras, com as fontes.
- Você aprova, e tudo é criado em minutos. Nada é criado antes da sua aprovação.
Depois disso o processo é seu: dá para estendê-lo no editor de fluxos — por exemplo, com uma integração REST com um sistema do banco — e ele roda sozinho, do celular do cliente à classificação, extração e conferência, ao documento gerado, à assinatura eletrônica e à entrega ao seu sistema.
O exemplo desta página é o da série Build AI na prática: o crédito consignado do Banco Horizonte, um banco fictício, para o cliente fictício Fernando Martins, com documentos sintéticos. Cada etapa traz o vídeo correspondente, gravado no produto real.
O Build AI fica no Workflow, em Operação › Build AI, e só administradores do tenant podem usá-lo. Cada campo, botão e mensagem da tela está descrito na referência do Build AI (em inglês).
1. Descreva o seu processo
O Build AI trabalha em quatro etapas: Descrever, Perguntas, Plano e Concluído. Na primeira, você conta em português como o processo funciona: quem é o cliente, o que ele preenche e quais documentos envia. O Banco Horizonte também escreve as suas regras — nome e CPF precisam bater, o contracheque tem de ser dos últimos 60 dias, o empregador e o salário são conferidos e o comprovante de residência precisa ser recente — e o desfecho: a Cédula de Crédito Bancário (CCB) é gerada, assinada eletronicamente e enviada ao sistema de crédito. Depois, preencha o segmento, o país, o idioma do processo e os documentos que você já sabe que exige, e selecione Continuar.
2. Responda às perguntas da IA
Antes de propor qualquer coisa, a IA pergunta. Primeiro vêm as perguntas de sempre: se você quer selfie com prova de vida, se a IA pode definir as principais regras conforme a boa prática de mercado (ela pesquisa na web e cita cada fonte), se há um documento final, se ele precisa de assinatura e quem assina. Depois vêm as perguntas que a própria IA formulou para este processo, sobre o que ficou em aberto na descrição, cada uma com o motivo de perguntar. Responda e peça o plano.
3. Revise o plano: formulário, regras, fontes e modelo Word
O plano mostra tudo o que vai ser criado, antes de existir: o formulário da proposta com o checklist de documentos, os tipos de documento com os campos a ler em cada um, o fluxo — nove etapas no caso do Banco Horizonte — com as regras de conferência, inclusive as que a IA acrescentou, o modelo Word da CCB e a pesquisa de mercado que embasou o plano, com as fontes (Banco Central, legislação e guias do setor). Cada tipo de documento precisa de exemplos para treinar o seu classificador, da biblioteca Cogneris ou seus. Se algo deve mudar, peça em português; quando o plano estiver certo, selecione Aprovar e criar.
4. Veja tudo o que a IA criou
Cerca de dois minutos depois da aprovação, o processo está pronto para uso. Em cada módulo da Cogneris está o que foi criado: o formulário da proposta no Portal, pronto para enviar por link; os três classificadores no Vision, já treinados com os exemplos, e os campos que a IA lê no contracheque; a CCB publicada em Modelos, com as chaves que o processo preenche; e o fluxo publicado — classificar, extrair, conferir, decidir, gerar a CCB, assinar e enviar — com as regras de conferência ligadas ao documento certo do checklist e o desvio para o analista quando uma regra não confere.
5. Ligue o processo aos sistemas do banco
O Build AI cria o fluxo; no editor de fluxos você pode estendê-lo. O Banco Horizonte precisa da margem consignável do cliente, que está no sistema do convênio. Ele cria uma conexão reutilizável (o endereço da API, guardado uma vez), acrescenta depois da conferência uma Integração REST que consulta a margem pelo CPF da proposta, com o salário, o valor e o número de parcelas, e testa a chamada de verdade. Uma nova condição na decisão exige que a parcela caiba na margem, e o nó Enviar aponta o sistema de crédito do banco, que recebe a proposta aprovada. Publicar cria uma nova versão: o que a IA criou e o que você acrescentou convivem no mesmo fluxo.
6. Veja rodar ao vivo: do celular à assinatura
Agora o processo roda de verdade. O Fernando recebe o link do Banco Horizonte, preenche a proposta no celular e envia a CNH, o contracheque e a conta de luz. No painel do banco, o processo anda sozinho: os documentos são classificados, os dados extraídos, todas as regras conferem, a consulta ao convênio confirma a margem, ninguém precisa revisar e a CCB é gerada com os dados da proposta. O Fernando assina por e-mail, com código de verificação, e a proposta aprovada chega ao sistema de crédito do banco — do texto ao processo rodando, sem uma linha de código.
Para continuar
- Seu primeiro processo — envie um link de acesso a um cliente e acompanhe o caso.
- Manual do usuário do Workflow — acompanhar execuções e revisar documentos.
- Administração do Workflow — o editor, as conexões e os perfis de assinantes.